Rio de Janeiro é primeiro estado a disponibilizar placas padrão Mercosul


Foto: Divulgação/Ministério das Cidades

 

O Rio de Janeiro é o primeiro estado do Brasil a disponibilizar as placas padrão do Mercosul, que unificam o modelo já utilizado na Argentina e no Uruguai. Todos os Detrans (Departamentos de Trânsito) do país estão em processo de homologação para introdução do novo modelo de placa desde 1º de agosto de 2018, mas ainda não ofertam o emplacamento no novo padrão.

A expectativa é que isso facilite a circulação nos países do Mercosul e amplie a segurança por combater fraudes e clonagens. A implementação do novo modelo foi definida em 2011. Para o Brasil se adequar, foi necessária a união do Sistema Nacional de Trânsito.
Todas as placas terão QR Code e há previsão, também, de se adotar chip. A troca não será obrigatória para todos os veículos. Quem quiser trocar a placa voluntariamente ou realizar operações que envolvam novas placas já receberá o modelo Mercosul. As operações são: emplacamento de carros zero quilômetro; transferências de propriedade, de jurisdição e de município; além de alteração de categoria de direção.
Segundo informações dos órgãos que atualmente credenciam as empresas fabricantes/estampadoras, não há um tabelamento nos preços das placas veiculares. No estado do Rio de Janeiro, por exemplo, a nova placa terá o mesmo preço da placa antiga.
Além do QR Code, outro item de segurança da nova placa é a marca d´água com o nome do país e do Mercosul, que evita a falsificação, praticamente impossibilita a clonagem e estará grafada na diagonal ao longo das placas. No Brasil, a placa terá uma tira holográfica do lado esquerdo e um código bidimensional que conterá a identificação do fabricante, a data de fabricação e o número serial da placa.
O Brasil tem uma frota registrada de, aproximadamente, 97 milhões de veículos. Isso corresponde a mais de 80% dos veículos do Mercosul, formado por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. A Venezuela também compõe o bloco, mas, atualmente, o país está suspenso.

Fonte: CNT

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